por Thyago
Marão Villela
Este artigo procura tratar, em
linhas gerais, do processo de burocratização do Estado soviético e da reação
stalinista no Partido Bolchevique e na Internacional Comunista, à luz da
analogia de “Termidor soviético”, desenvolvida pelo dirigente da Oposição de
Esquerda Internacional Leon Trotsky. Estabelecerei um paralelo entre a
degeneração da Revolução russa, a partir da leitura de Trotsky, e o projeto
regressivo que se dá no campo artístico e cultural russos, que culminará, em
1934, no estabelecimento do realismo-socialista como estética oficial do regime
stalinista. Vou me valer, para isso, de uma análise da arquitetura soviética no
quadro dos desenvolvimentos revolucionários e da vinculação do projeto
arquitetônico construtivista com a noção de encomenda social.
Deter-me-ei, particularmente, aos
projetos das residências operárias desenvolvidos a partir de 1925 pela
Associação dos Novos Arquitetos (ASNOVA – 1923) e pela União dos Arquitetos
Contemporâneos (OSA – 1925). Ambas estas escolas confluíam em relação ao
projeto construtivista vinculado à idéia de encomenda social e devem ser
interpretados mediante esta matriz conceitual. A partir desta análise da
arquitetura soviética poderemos perscrutar um processo amplo de perseguição às
correntes artísticas de vanguarda e estabelecer um paralelo entre o Termidor
Político e este fenômeno, que talvez possa ser chamado de “Termidor artístico soviético”.
Formulada por Serguei Tretiakov, um
teórico do movimento construtivista, e incorporado no vocabulário do grupo, a noção
de encomenda social é a compreensão, por parte dos artistas, do que a sociedade
“quer”, “pede”. Ela programa a produção das obras artísticas em função da
tarefa destas obras na organização do psiquismo do proletariado e do
campesinato russo, na organização de um novo modo de vida. A encomenda social,
deste modo, é a mediação política na produção de objetos artísticos. Isso não
implica, absolutamente, em um direcionamento estatal na produção das obras, mas
na autonomia dos artistas em relação ao que julgarem necessário em um
determinado contexto social e histórico.
Segundo François Albera, três pontos
definem a encomenda social:
1. não há obra nem
escritor “universais”. Tudo o que um autor, um artista faz é atividade em prol
de uma classe determinada. Para realizar essa finalidade social, esses autores
devem se dar conta, claramente, da tarefa de classe para a qual trabalham;
2. não há inovação em
geral, inovação por si só. Apenas uma inovação que segue na contracorrente do
gosto dominante será por conseguinte reconhecida.;
É a partir desta noção de encomenda
social que se deve entender a produção do movimento construtivista, que surge
na Rússia em 1921. É a partir desta matriz conceitual, que relega aos artistas
o papel de organizadores da vida, que se deve entender, por exemplo, o abandono
da pintura de cavalete, do caráter representativo da arte, da reivindicação
acerca da produção de “objetos justificados socialmente por sua forma e
utilidade”[2] propostos
pelos construtivistas. A título de exemplo, podemos citar os croquis de trajes
para operários produzidos por Aleksandr Rodchenko (imagem 1) e os projetos de móveis desenvolvidos por vários
construtivistas, como Vladimir Tatlin – que combinam a funcionalidade e a
experimentação estética.
A crítica, no caso, que os
construtivistas teceram em relação à “arte de cavalete” (a pintura em tela, por
exemplo), partia da avaliação de que haveria se perdido o sentido histórico da
pintura como um princípio visual da cultura ocidental. O desenvolvimento
industrial, combinado à Revolução de Outubro, abria as portas para que a arte
pudesse se inserir concretamente na produção material da vida (e não apenas
representá-la). A arte se dissolveria no social, a arte acabaria enquanto um
campo especializado, fundado na divisão social do trabalho. Ela se fundiria, em
última instância, com um novo tipo de trabalho não-estranhado (Nikolay
Tarabukin chega a utilizar a expressão “tornar o trabalho uma atividade alegre”
[3]). A pintura e outras formas de arte artesanais
pertenciam a uma etapa anterior da organização social, e o papel que havia
cumprido, o de representar, de promover um prazer estético passivo, apenas
indicavam, então, o caráter datado deste esquema de produção artístico; apenas
evidenciava o abismo que existiu, na sociedade burguesa, entre arte e vida, e
que não poderia ser reproduzido em uma sociedade sem classes que começava a se
gestar no processo revolucionário.
Estes projetos e construções respondiam ao processo de formação de habitações coletivas espontâneas, empreendidas por uma fração do proletariado russo, em parte pelas necessidades materiais, em parte pelo convencimento em relação ao projeto de mudança dos modos de vida. Tanto a Associação dos Novos Arquitetos (ASNOVA – 1923) e a União dos Arquitetos Contemporâneos (OSA – 1925) encontravam-se embasados pelas idéias de combate ao individualismo pequeno-burguês (desta forma, as habitações funcionavam como grandes organismos coletivos, promovendo a socialização dos habitantes) e de emancipação da mulher em relação ao trabalho doméstico e de destruição da família, promovedora da opressão do homem em relação à mulher – lembro que o livro de Alexandra Kollontai, d´A Nova moral e a classe trabalhadora, fora publicado em 1918, no calor da Guerra Civil, e animava os projetos destes arquitetos. Estas “encomendas” demandadas pela população propunham amplos espaços de vivência coletiva – salão de jogos, cozinha, áreas de lazer, etc – e os habitantes se revezavam por turnos para as tarefas, indiscriminadamente entre homens e mulheres. Como contraposição às habitações destinadas aos núcleos familiares, a coletivização e a “desagregação” da família. O espaço, deste modo, procurava imprimir uma nova lógica de relações sociais.
Pois bem: no curso do processo
revolucionário, o desenvolvimento destas experiências foi interrompido pelo
Estado soviético, e suplantado pelo retorno (ou dominação oficial, com o apoio
do Partido Bolchevique) da arquitetura neoclássica. Como explicar este
processo, dado globalmente no campo artístico e cultural? Antes de voltarmos ao
processo arquitetônico em particular, tratarei de precisar este processo global
a partir da análise empreendida por León Trotsky.
2. O Termidor soviético nas artes ou “a
estatização da encomenda social”
Referi-me, no início do artigo, ao conceito de “Termidor Soviético”. O
que é, então, esta noção? Ela alude, em primeira instância, ao golpe de 9
Termidor, de 1794, no qual os girondinos franceses puseram fim ao período do
governo jacobino da Revolução Francesa, mediante o assassinato de Robespierre e
da ala radical da pequena-burguesia. Alude, portanto, ao fim do radicalismo
político revolucionário e ao momento de inflexão do processo revolucionário, no
qual foi, de certa maneira, restabelecido o projeto inicial girondino e contida
a fúria popular.
A comparação deste processo
histórico com os rumos da Revolução Russa, empreendida pela ala dos opositores
ao regime stalinista, procurou dar conta de explicar e de precisar a existência
ou não (e de quando dataria) deste momento de inflexão no processo
revolucionário russo – no qual, a partir da correlação de forças no interior do
Estado soviético, haveria se gestado esta reação aos princípios do processo
revolucionário.
Em um texto de 1935, intitulado “O
Estado operário, Termidor e bonapartismo”[5], o
dirigente da Oposição de Esquerda Internacional, Leon Trotsky, prognosticou que
já haveria se concretizado o Termidor soviético, e que este processo haveria
começado aproximadamente em 1924. Trotsky
revisa, a partir deste texto, a posição formulada pelos oposicionistas
anteriormente, desde 1926, de que ainda não teria ocorrido o Termidor, na
medida em que as bases produtivas da Rússia ainda seriam planificadas pelo
Estado e a produção socializada. Ou seja, o Termidor soviético se daria apenas
com o retorno ao capitalismo. A precisão do conceito de Termidor se dá a partir
dos seguintes pontos: 1. O Termidor francês não representou uma volta ao modo
de produção feudal, ou seja, uma contra-revolução em sua acepção mais radical, alterando
os fundamentos econômicos do modo de produção capitalista concretizado pela
Revolução Francesa, mas reestruturou, à direita, a fração que conduzia o curso
revolucionário; 2. Do mesmo modo, as bases materiais da produção soviética não
haviam ainda retornado a um esquema de apropriação privada, mantendo-se
socializadas. A concretização do Termidor, portanto, residia na substituição da
camada dirigente e na supressão da democracia partidária, soviética e sindical
– em suma, na distorção dos princípios do Estado soviético. [6]
Este processo histórico de
“distorção” assentou-se em contradições materiais produzidas por múltiplos
fatores decorridos de uma revolução em um país com uma estrutura social
atrasada, e que passou por contradições importantes como a guerra civil e,
especialmente, a Nova Política Econômica (NEP), que reintroduziu elementos
capitalistas na economia, na tentativa de dar um novo fôlego contra as pressões
do capital e do imperialismo a nível internacional, mas que gerou também
pressões burocráticas importantes, formando uma classe de camponeses ricos (kulaks)
e dando bases para a reação termidoriana no interior do partido, a partir da
fração liderada por Stalin e sua teoria do “socialismo num só país”. Conforme
escreveu Trotsky no texto mencionado:
O burocratismo soviético
(seria mais correto dizer anti-soviético) é o produto das contradições sociais
entre a cidade e a aldeia, entre o proletariado e o campesinato (...), entre as
repúblicas e os distritos nacionais, entre os diferentes grupos do campesinato,
entre as distintas camadas da classe operária, entre os diversos grupos de
consumidores e, finalmente, entre o Estado soviético de conjunto e seu entorno
capitalista. [7]
Este encadeamento de contradições,
elencadas por Trotsky, desenvolveu-se a partir das políticas do Comunismo de
Guerra, a partir de 1918, mas, mais precisamente, a partir da evolução das
medidas de exceção da Nova Política Econômica – medidas como a proibição dos partidos
políticos e das frações no interior do Partido bolchevique (ambas estas medidas
datam de 1923), bem como o incremento das desigualdades sociais no interior do
país. O crescimento econômico de 1923 garantiu a estabilização da burocracia e
a conquista de alguns privilégios materiais (Trotsky referir-se-á ao fator
“harém-limusine” como constituinte destes privilégios) [8].
Em função da economia de espaço para
este artigo, não desenvolverei as contradições que Trotsky aponta em seu texto.
Duas delas, entretanto, merecem, no que cabe às intenções deste texto, uma
atenção especial. Tratam-se, 1. da dialética entre a derrota das revoluções em
outros países e o fortalecimento da burocracia; e 2. o que Trotsky formulou
como “a aquisição, por parte do vencedor, dos hábitos do vencido”[9].
A derrocada dos processos
revolucionários na Alemanha, em 1923, seguida pela derrocada do processo chinês
de 1925-27 (e poderia citar ainda outros, como a Hungria e a Bulgária, de 1918)
isolaram a Rússia, mantendo-a atrasada economicamente em relação ao Ocidente e
sustentando a posição da burocracia. Ao mesmo tempo, as direções da Comintern,
orientadas pela burocracia stalinista e pela política da mesma de “socialismo
em um só país” promoveram também a derrocada destes processos, alçando a
burocracia a postos cada vez mais consolidados. Desta maneira, da necessidade
da burocracia soviética de regular as contradições entre o campesinato e o
proletariado russos, bem como entre a União Soviética e o imperialismo –
mediante todo o tipo de aventureirismos e oportunismos – deriva o caráter
centrista, ou seja, de constante oscilação política, da burocracia soviética
(ou anti-soviética) fundamentado na elevação desta em relação às massas
(Trotsky chegar a empregar a notável expressão “vitória da burocracia sobre as
massas”).
Este processo de constituição da
burocracia termidoriana deu-se também pela substituição das camadas dirigentes
do Partido, em um jogo de perseguições e calúnias que se desdobrará, muito
posteriormente, nos Grandes Expurgos. Diz Trotsky:
Foram esmagados os velhos
quadros do bolchevismo. Destruídos os revolucionários. Foram substituídos por
funcionários de espinha flexível. O pensamento marxista foi substituído pelo
temor, pela calúnia e pela intriga. Do Bureau Político de Lênin, sobra somente
Stálin; dois de seus membros estão politicamente quebrados e rendidos (Rikov e
Tomski); outros dois estão na prisão (Zinoviev e Kamenev); outro está no
exterior e privado de sua cidadania (Trotsky). Lênin, como disse Krupskaia,
somente pela morte livrou-se das repressões da burocracia; na falta de
oportunidades de colocá-lo preso, os epígonos o trancaram em um mausoléu. Todo
o setor governante se degenerou. Os jacobinos foram substituídos pelos
termidorianos e pelos bonapartistas, os bolcheviques foram substituídos pelos
stalinistas. [10]
O segundo elemento desenvolvido por
Trotsky, ao qual eu quero atentar, é, então, o retorno às práticas culturais
burguesas, ou a elementos culturais burgueses, promovidos pela burocracia a
partir do atraso russo. Ao longo da década de 1920, por exemplo, pode-se
observar a manutenção relativa do índice de prostituição, ao mesmo passo em que
um retrocesso cultural em relação ao papel das mulheres na produção material e
na vida política – chamado por Trotsky de “Termidor no lar”. O incremento das
desigualdades sociais no seio do proletariado e campesinato, bem como o
movimento stakhanovista incentivavam
a competição e o arrivismo entre os operários, ao invés da cooperação.
Pois bem: conforme havia comentado
em relação à arquitetura russa, o projeto construtivista foi barrado pelo
Estado. Não que houvesse tido uma grande expressão no período em termos
quantitativos, é preciso frisar, mas ele participou de um retrocesso amplo do
campo artístico e sua subsunção pelas mãos da burocracia stalinista. Podemos
caracterizar como um processo de “estatização da encomenda social” este, no
qual, a partir da saída de cena das massas nos rumos da revolução (conforme
comentado, a partir da supressão da democracia soviética), a burocracia formula
suas demandas e as impõe aos artistas russos. Mais do que uma mudança de mãos
do “cliente”, este processo configura uma distorção dos princípios da encomenda
social.
A ASNOVA e a OSA são dissolvidas
pelo decreto de 1932, do Partido Bolchevique, que acaba com todas as tendências
artísticas para reuni-las em grandes grupos submetidos ao Estado. O retorno às
linhas da arquitetura neoclássica é a marca deste período.
As fotos acima datam dos anos 50, no
caso, mas os projetos de construções deste tipo são iniciados e intensificados
a partir da década de 1930. Podemos observar um retorno à idéia de habitação
fundada no núcleo familiar, bem como na inserção de elementos nacionalistas.
Trotsky já apontava, no texto de 1935 que referi acima, o “nacionalismo messiânico”
como um desdobramento ideológico da teoria do socialismo em um só país. Ou
seja, a Rússia deveria ser resgatada em sua tradição para explicar os elementos
particulares que a permitiram ser o único país socialista do mundo.
Cabe apontar, a guisa de conclusão,
que este processo de degeneração da revolução de Outubro, aqui analisado apenas
em sua expressão arquitetônica, manifestou-se nos demais suportes artísticos,
elevando, por exemplo, no caso da pintura, o princípio da representação a um
grandioso status, bem como a montagem linear, no caso do cinema, à técnica
narrativa única. Esta vinculação entre o projeto stalinista e o projeto
regressivo artístico encabeçado por esta burocracia é também sintetizado na
seguinte formulação de Trotsky, de 1938: “A arte da época stalinista entrará
para a história como a expressão mais profunda do declínio da revolução
proletária em nível internacional”[11].
Referências
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_____________. Literatura e revolução.
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[1] ALBERA, François. Eisenstein e o construtivismo russo. Trad. Heloísa Araújo Ribeiro.
São Paulo: Cosac & Naify, 2002, p. 180.
[2] TARABUKIN, N. M. El ultimo quadro: del caballete a la maquina. Trad. Andrei B.
Nakov. Barcelona: G. Gili, 1977, p. 32.
[3]
TARABUKIN, Nikolay. op. cit.
[4] Cf. KOPP, Anatole. Town and Revolution:
soviet architecture and city planning 1917-1935.Trad. Burton, T. E. New York : George
Braziller, 1970.
[5] TROTSKY,
Leon. Estado operário, Termidor e bonapartismo. Disponível em:
<http://revistaiskra.wordpress.com/especiais-iskra-trotsky-e-engels/o-estado-operario-termidor-e-bonapartismo/>.
Acesso em: 18 set. 2012.
[6] Cf. TROTSKY, Leon . op cit.
[7] TROTSKY, Leon . op cit.
[8] Cf. TROTSKY, Leon. A Revolução traída. Trad. Henrique Canary, Rodrigo Ricupero, Paula
Maffei. São Paulo: Instituto José Luís e Rosa Sundermann, 2005.
[9] Cf. TROTSKY, Leon .
op. cit.
[10]
TROTSKY, Leon. Estado operário, Termidor e bonapartismo. Disponível em:
<http://revistaiskra.wordpress.com/especiais-iskra-trotsky-e-engels/o-estado-operario-termidor-e-bonapartismo/>.
Acesso em: 18 set. 2012.
[11] Apud FACIOLI,
Valentim (Org.). Breton-Trotsky:
Por uma arte revolucionária independente. Trad. Carmen Sylvia
Guedes, Rosa Boaventura. São Paulo: Paz e Terra; Cemap, 1985, p. 18.




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