
São inúmeros e constantes os ataques à categoria de professores do estado de SP através da política de precarização da educação pública e dos trabalhadores da educação por parte dos governos. São salas super lotadas, falta de materiais didáticos, falta de salários dignos, jornadas de trabalho extensas, escolas que parecem prisões, terceirização dentro das escolas e a falta de estabilidade e direitos para os professores. É necessário lutarmos pelo reajuste salarial de 37% e pelo cumprimento da lei do piso e da jornada de 1/3 fora da sala de aula, mas o programa que responde à um salário e jornada dignos é retomar nossa bandeira histórica do salário mínimo do DIEESE (R$ 2.674) para 50% de jornada fora da sala de aula, e lutarmos contra a precarização do trabalho e da vida dos professores, em especial os “categoria O”, contra a aplicação da provinha e contra a duzentena que deixa os professores por 200 dias sem aula para que não criem vínculos empregatícios com o Estado. Somos todos professores, por isso lutamos por salários iguais e direitos iguais!!! E para isso é necessário defender a efetivação dos professores temporários sem concurso público.
No estado de São Paulo a jornada de 1/3 não é aplicada, mas também nacionalmente prefeitos e governadores exigiram na justiça revogar a lei do piso, não apenas representantes tucanos, mas também figuras como Tarso Genro e Jaques Wagner (PT).
A corrente de professores “Professores pela Base” convida a tod@s para o ato de professores votado na reunião de Representantes de Escola da APEOESP, que se realizará no próximo dia 13/04 as 9h na Catedral em Campinas,como parte da nossa da mobilização para a greve de professores do estado de SP que se inicia dia 19 de abril. Devemos organizar a greve pela base através de comitês de mobilização por escolas, fazendo com que as decisões e rumos de nossa luta sejam decididos pelos professores e não pela burocracia que dirige o sindicato (Artnova/Artsind e PcdoB).
A mobilização da nossa categoria deve estar em aliança com os demais trabalhadores da educação, com os estudantes e com toda população, com discussões vivas nas escolas e universidades, solidariedade concreta, com a participação efetiva da comunidade escolar, pais e estudantes das escolas, pois assim poderemos unir e coordenar a luta de todos. Convidamos para que se aliem, merendeiras e trabalhadores da limpeza, agentes de organização escolar, para junto conosco barrar os ataques do governo Alckmin à educação, que também são ataques a todos os demais trabalhadores.
TODOS AO ATO PARA LUTAR POR UMA EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA E DE QUALIDADE!
DIA 13/04 (SÁB) AS 9H NA CATEDRAL- CENTRO DE CAMPINAS


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